Senta, que agora não há porque ir
Vê e escuta, o Sol sempre nasce depois
Mas antes navegue nas noites, sob as estrelas
Isso acontece para poucos, e poucos são como você
Um farol no porto, uma ilha em pleno mar
A mais alta árvore da floresta
E a mais sutil brisa do deserto
Tudo isso é o que falam
Mas saber, não é acreditar
Então levante que agora é o momento
Cuspa o sangue de dentro da boca
Encontre a rocha mais forte neste solo
Lá de cima atire todos os seus arpões
E enquanto caem um a um
Sob o Sol e alguns durante a noite
Faça de tudo o seu próprio território

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